Procuro qualquer inspiração alheia, e uso-a para me enveredar nos moldes de qualquer criatividade forjada.
Esqueço-me e lembro-me. Sou vago.
Quem é a naturalidade em mim? Reflexão perdida à sombra do silêncio ou do outro...
E o quarto ameaçadoramente igual.
Tenebrosamente iluminado pelo dia que desponta. Espreita-se e tudo é feito. Tudo está feito. Não há lugar à descoberta. Não há lugar... para quem sou?
Calça-se a bota, e terá que servir. Ainda que os pés se molhem nos dias do vendaval.
Caminhamos, plural forçado. Couro mal engraxado, pesando a realidade a cada passo mais.
Até já, mundo cruel.